Principais publicações sobre a vida e obra de Vincent van Gogh

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

| | | 0 comentários
Principais publicações sobre a vida e obra de Vincent van Gogh
Livros:

Vincent Van Gogh - The Complete Letters (ainda não traduzido)
Editado por Leo Jansen, Hans Bakker Luijten e Nienke.
Seis volumes de capa dura, 2.180 páginas, mais de 4.300 ilustrações.
Museu Van Gogh / Instituto Huygens /  2009
Co-edição: Inglês (Thames & Hudson), francês (Actes Sud) e holandeses (Amsterdam University Press)
Cartas a Théo
Vincent Van Gogh 
Nesta edição que a coleção L&PM Pocket lançou em 2002, foram acrescentadas mais de uma centena de cartas, em relação a edição de 1997, obedecendo à clássica antologia organizada por Georges Philippart e editada em Paris na década de 1930. Foram acrescentados ainda um glossário, identificando os quase 200 nomes citados por Vincent em sua correspondência, várias ilustrações com fac-símiles das cartas e o célebre texto do pintor Paul Gauguin, onde é descrito o episódio em que Van Gogh, num acesso de loucura, corta a orelha. Foram mantidas a introdução biográfica e a cronologia da vida e do tempo de Van Gogh.

Biografia de Vincent van Gogh por sua cunhada
Johanna van Gogh-Bonger 
Reconhecido após a sua morte como um dos mais importantes pintores de todos os tempos, Vincent van Gogh teve uma vida sombria, perpassada por crises de loucura e depressão. Este volume contém a preciosa biografia escrita pela cunhada Jo van Gogh-Bonger, mulher de Théo, as cartas de Théo ao pintor e a correspondência de Vincent com o pintor e a correspondência de Vincent com o pintor Émile Bernard prefaciadas pelo sobrinho Vincent Willen van Gogh (morto em 1974). Junto com o livro Cartas a Théo (Coleção L&PM Pocket, vol. 21), este livro, pela primeira vez publicado no Brasil, é um documento fundamental para a compreensão da vida e da obra tumultuada e torturada de Vincent van Gogh.

Van Gogh: o Suicida da Sociedade
Antonin Artaud
Nos 150 anos de nascimento de Van Gogh, a Editora José Olympio presta uma homenagem ao pintor e lança Van Gogh, o suicida da sociedade. Publicado em 1947, alguns meses antes da morte de Antonin Artaud, o livro foi acolhido com elogios pela crítica e recebeu o prêmio Sainte-Beuve de ensaios, em janeiro de 1948. A pedido do amigo e marchand Pierre Loeb e em seguida à leitura de um artigo do doutor Beer, no qual ele revelava ter descoberto no pintor uma esquizofrenia "do tipo degenerado", Artaud visita a exposição de Van Gogh no museu L'Orangerie. Ele escreve, então, o primeiro esboço do que se constituiria o seu Van Gogh.

A vida trágica de van Gogh
Títlulo Original: Lust for Life
Irving Stone
Uma biografia comovente e emocionante da vida desse magnificio pintor; seus amores e desilusões, angústias e a fidelidade de toda uma vida à sua arte e estilo tão próprio. Referência à diversos outros pintores da época, estão presentes nessa biografia. Incluindo a relação de imenso carinho entre Van Gogh e o irmão, seu grande amigo e incentivador, presente em todos os momentos na vida desse homem extraordinário e generoso. 
 
Filmes

Sede de Viver
Título original: Lust for Life
Direção:Vincente Minelli
Ano: 1956
País: EUA
Duração: 122 min. / cor
com: Kirk Douglas e Anthony Quinn

Van Gogh
Título original: Van Gogh
Direção: Maurice Pialat
Ano:1991
País: França
Duração: 158 min. / cor
Com: Jacques Dutronc e Bernard Le Coq
Van Gogh - Vida e Obra de um Gênio
Título original: Vincent and Théo)
Direção:  Robert Altman
Ano: 1990
País: França, Holanda, Inglaterra
Duração: 138 min. / cor
Com: Tim Roth e Paul Rhys

Sonhos
Título Original: Yume

Título em inglês: Akira Kurosawa's Dreams 
Direção: Akira Kurosawa
Ano: 1990
País: EUA, Japão
Duração: 119 min. / cor




Fonte: http://sonhareacordarseparadentro.blogspot.com

Vicent Van Gogh

| | | 0 comentários
Vincent nasceu em Zunderrt, uma cidade próxima a Breda, na província de Brarrabante do Norte, nos Países Baixos (mais conhecidos no Brasil e em Portugal como Holanda). Era filho de Theodorus, um pastor da Igreja Reformada Neerlandesa (calvinista), e de Anna Cornelia Carbentus. Recebeu o mesmo nome de seu avô paterno e também daquele que seria o primogênito da família, morto antes mesmo de nascer exatamente um ano antes de seu nascimento. Especula-se que este fato tenha influenciado profundamente certos aspectos de sua personalidade, e que determinadas características de sua pintura (como a utilização de pares de figuras masculinas) tenham sido motivadas por isso. Ao todo, Vincent teve dois irmãos: Theodorus, apelidado de Theo, e Cornelius (Cor); e três irmãs: Elisabeth, Anna e Willemina (Will).
Vincent era uma criança séria, quieta e introspectiva. Desenvolveu através dos anos uma grande amizade e forte ligação com seu irmão mais novo, Theo. A vasta correspondência entre Theo e Vincent foi preservada e publicada em 1914, trazendo a público inúmeros detalhes da vida privada do pintor, bem como de sua personalidade. É através destas cartas que se sabe que foi Theo quem suportou financeiramente o irmão durante a maior parte da sua vida.

Aos 16 anos, por recomendação de seu tio Vincent (ou Cent), começou a trabalhar para um comerciante de arte estabelecido na Haia, na empresa Goupil & Cie. Quatro anos depois foi transferido para Londres, e depois para Paris.
No entanto, Vincent estava cada vez mais interessado em assuntos religiosos, e acabou sendo demitido da galeria. Ele então decidiu retornar à Inglaterra para fazer um trabalho sem remuneração. Durante o Natal, Van Gogh retornou para casa e começou a trabalhar numa livraria. Ele ficou seis meses no novo emprego, onde gastava a maior parte de seu tempo traduzindo a Bíblia.
Em 1877 sua família mandou-o para Amsterdã, onde morou com seu tio Jan. Vincent preparou-se para os exames de admissão da Universidade de Teologia com seu tio Johannes Stricker (teólogo), mas fracassou. Mudou-se então para a Bélgica, e novamente fracassou nos estudos da escola Missionária Protestante. Em 1879, ainda na Bélgica, começou um trabalho temporário como missionário em uma comunidade pobre de mineiros.

Estudos da Arte
Em 1880, Vincent decidiu seguir a sugestão do seu irmão Theo e levar a pintura mais a sério. Ele partiu para Bruxelas para tomar aulas com Willem Roelofs, que o convenceu a tentar a Academia Royal de Artes. Lá ele estudou um pouco de anatomia e de perspectiva.

Em 1881, Van Gogh mudou-se com a família para Etten, onde ficou amigo de Kee Vos-Stricker, sua prima e filha de Johannes Vicent Stricker. Ao pedi-la em casamento, ela o recusou com um enérgico "nunca". Porém, Van Gogh insistiu em sua idéia, o que gerou conflitos com seu pai. No final do mesmo ano, Vincent partiria para a Haia.
Na Haia, ele juntou-se a seu primo, Anton Mauve, nos estudos de arte. Envolveu-se com uma prostituta grávida e já mãe de um filho, conhecida como Sien. Quando o pai de Van Gogh soube do relacionamento do filho, exigiu que ele a abandonasse.
Em 1883, mudou-se para Nuenen (Holanda) onde se dedicou à pintura. Lá se apaixonou pela filha de uma vizinha, Margot Begemann. Decidiram se casar, mas suas famílias não aceitaram o casamento, o que fez com que Margot tentasse o suicídio.
Em 1885, o pai de Van Gogh morreu de infarte. Neste mesmo ano ele pintou aquela que é considerada a sua primeira grande obra: Os Comedores de Batata. Em novembro do mesmo ano, muda-se para Antuérpia.
Com poucos recursos, ele preferia mandar dinheiro para Theo em Paris, para que este lhe enviasse material de pintura, a comer uma boa refeição. Enquanto estava em Antuérpia, dedicou-se ao estudo das cores e visitou museus, apreciando trabalhos principalmente de Peter Paul Rubens, e tornou-se um bebedor frequente de absinto. Foi nesta altura que entrou em contacto com a artejaponesa, da qual se tornou fervoroso admirador e que posteriormente o influenciaria pelas cores fortes e uso das linhas.
Em 1886, matriculou-se na Ecole des Beaux-Arts de Antuérpia.

Paris

Em março de 1886, Van Gogh mudou-se para Paris, onde dividiu um apartamento em Montmartre com Theo. Depois, os dois mudaram-se para um apartamento maior na Rue Lepic, 54. Por alguns meses, Vincent trabalhou no Estúdio Cormon, onde conheceu os artistas John Peter Russell, Émile Bernard e Henri de Toulouse-Lautrec, entre outros.[1] Este último, alcóolatra, apresenta van Gogh ao absinto, bebida popular da ocasião, que viria a ser muito consumida pelo pintor, que a retratou em Natureza Morta com Absinto. O absinto possuía como principal ingrediente uma planta alucinógena de nome Artemisia absinthium e cujagraduação alcóolica era de 68%. O absinto, também conhecida como "fada verde" devido aos efeitos alucinógenos, foi responsabilizado por alucinações, surtos psicóticos e mesmo mortes.[3]
Através de Theo, conhece Monet, Renoir, Sisley, Pissarro, Degas, Signac e Seurat.
Naquela época, o impressionismo tomava conta das galerias de arte de Paris, mas Van Gogh tinha problemas em assimilar esse novo conceito de pintura. Vincent e Émile Bernard começaram o uso da técnica do pontilhismo, inspirados em Georges Seurat.
A partir de sua estada em Paris, Van Gogh abandona sua temática sombria e obscura de camponeses e suas obras recebens tons mais claros. São desta época os quadros Mulher sentada no Café du Tambourin, A ponte Grande Jatte sobre o Sena, Quatro Girassóis, os Retratos de Père Tanguy, entre outros.[1]
Em 1887, conhece Paul Gauguin, e mais para o final do ano expõe em Montmartre. No ano seguinte, decide mudar-se de Paris.

Arles

Vincent van Gogh chegou em Arles, no Sul de França, no dia 21 de fevereiro de 1888. A cidade era um local que o impressionava pelas paisagens e onde esperava fundar uma colônia de artistas.
Com objetivo de decorar a sua casa em Arles (conhecida como A Casa Amarela, retratada em uma de suas obras), Van Gogh pintou a série de quadros comgirassóis, dos quais um se tornaria numa de suas obras mais conhecidas. Dos artistas que deixara em Paris, apenas Gauguin respondeu ao convite feito para se instalar em Arles. O Vinhedo Vermelho, único quadro vendido durante a sua vida, foi pintado nesta altura. Ele o vendeu por 400 francos.
Gauguin e Van Gogh partilhavam uma admiração mútua, mas a relação entre ambos estava longe de ser pacífica e as discussões, frequentes. Para representar as relações abaladas entre os dois, Van Gogh pinta a A Cadeira de Van Gogh e a A Cadeira de Gauguin, ambas de dezembro de 1888. As duas cadeiras estão vazias, com objetos que representam as diferenças entre os dois pintores. A cadeira de Van Gogh é sem braços, simples, com assento de palha; a de Gauguin possui assento estofado e possui braços.
Mediante os diversos conflitos, Gauguin pensa em deixar Arles: "Vincent e eu não podemos simplesmente viver juntos em paz, devido à incompatibilidade de temperamentos", queixou-se ele a Theo. Gauguin sentia-se incomodado com as variações de humor de Vincent pela pressão exercida por elas.
Em 23 de dezembro de 1888, após a saída de Gauguin para uma caminhada, Van Gogh o segue e o surpreende com uma navalha aberta. Gauguin se assusta e decide pernoitar em uma pensão. Transtornado e com remorso pelo feito, Vincent corta um pedaço de sua orelha esquerda, que embrulha em um lenço e leva, como presente, a uma prostituta sua amiga, Rachel. Vincent retorna à sua casa e deita-se para dormir como se nada acontecera. A polícia é avisada e encontra-o sem sentidos e ensanguentado. O artista é encaminhado ao hospital da cidade. Gauguin então manda um telegrama para Theo e volta para Paris, julgando melhor não visitar Vincent no hospital.
Vincent passa 14 dias no hospital, ao final dos quais retorna à casa amarela. Em seu retorno pinta o Auto-Retrato com a Orelha Cortada. O episódio trágico convenceu van Gogh da impossibilidade de montar uma comunidade de artistas em Arles.
 O estilo de pintura acompanhou a mudança psicológica e Van Gogh trocou o pontilhado por pequenas pinceladas.
Quatro semanas após seu retorno do hospital, Van Gogh apresenta sintomas de paranóia e imagina que lhe querem envenenar. Os cidadãos de Arles, apreensivos, solicitam seu internamento definitivo. Sendo assim, van Gogh passa a viver no hospital de Arles como paciente e preso.
Rejeitado pelo amigo Gauguin e pela cidade, descartados seus planos da comunidade de artistas, se agrava a depressão de Van Gogh, que tinha como único amigo seu irmão Theo, que por sua vez estava por casar-se. O casamente de Theo constribui para a inquietação de Vincent, que teme pelo afastamento do irmão.

A Doença

Na ocasião, o diagnóstico de Van Gogh mencionava perturbações epiléticas, ainda que o diretor do asilo, Dr. Peyron, sequer fosse especialista em psiquiatria. As crises ocorriam de tempos em tempos, precedidas por sonolência e em seguida apatia. Tinham a média de duração de duas a quatro semanas, período no qual Van Gogh não conseguia pintar. Nestas crises predonimavam a violência e as alucinações. No entanto, Van Gogh tinha consciência de sua doença e lhe era repulsivo viver com os demais doentes mentais da instituição.
"Após a experiência dos ataques repetidos, convém-me a humildade. Assim pois: paciência. Sofrer sem se queixar é a única lição que se deve aprender nesta vida."

Vincent Van Gogh
A doença de Van Gogh foi analisada durante os anos posteriores e existem várias teses sobre o diagnóstico. Alguns como o doutor Dietrich Blumer, em artigo publicado no American Journal of Psychiatry, mantém o diagnóstico de epilepsia do lobo temporal, agravada pelo uso do absinto.
Segundo alguns, Vincent teria sofrido de xantopsia (visão dos objetos em amarelo), por isso exagerava no amarelo em suas telas. Esta xantopsia pode ou não ter surgido pelo excesso de ingestão de absinto, que contém tujona, uma toxina. Outra teoria seria que doutor Gachet teria indicado o uso de digitalis para o tratamento de epilepsia, o que poderia ter ocasionado visão amarelada a Van Gogh. Outros documentos relatam ainda que na verdade Van Gogh seriadaltônico.
Há ainda diagnósticos de esquizofrenia e de transtorno bipolar do humor, sendo este último o diagnóstico mais aceito.
Consta que na família de Van Gogh existiram outros casos de transtorno mental: Théo sofreu depressão e ansiedade e faleceu de "demência paralítica" (neurossífilis), no Instituto Médico para Doentes Mentais em Utrecht. Wilhelmina era esquizofrênica e viveu durante 40 anos neste mesmo instituto e Cornelius cometeu suicídio aos 33 anos de idade.

As principais obras de Van Gogh

Haia

  • Sorrow (litografia, 1882)
  • Homem Velho com a Cabeça em Suas Mãos ("At Eternity's Gate") (litografia, 1882)..

Nuenen

Antuérpia

Paris

Arles

Saint-Rémy

Auvers-sur-Oise


Fonte:
Trabalho feito por: Erick Cerqueira




Sobre Van Gogh

domingo, 26 de setembro de 2010

| | | 0 comentários
fotografia de Van Gogh
 Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã. Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.
Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.

O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo. Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas
Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis. Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada.
Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua idéia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão. Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.
Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas
No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.

Principais obras de Van Gogh :
- Os comedores de batatas (1885)
- A italiana
- A vinha encarnada
- A casa amarela (1888)
- Auto-retratos
- Retrato do Dr. Gachet
- Girassóis
- Vista de Arles com Lírios
- Noite Estrelada
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.



Quadros de van gogh................
http://2.bp.blogspot.com/_0GRzxhbAuiE/SjBexCInTII/AAAAAAAAAQI/ADnVlxZjYd8/s400/quadro+girassol+van+gogh+2009.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3MEYJwDNm67JdUkNnOpdlhTUJlweEFm4oahFuWXBwE_hVBhAzJ7qzEk31-yMTIwaaJ0VNBsDHmc80qZC_AdJyb56WbSm6z3SbfzoZhg2suecFMrb33sHvGoEW25MZyQUG65bJrprmCTUf/s400/Vinhedo_vermelho+van+gogh.jpg


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVmMmcYEOAbGatZXVMqSI97omOq68jI0A7okXU6y1QBZ7zrkOiRQ7vqr4iCoVlTOoDsPyZx1e5v2MLpgJqvpQ250ofJVM9EfbJJsqSEtcWfD2V8UdV2khqyGFrPdp8GdD-li5DSaSx0n9i/s1600/noite_estrelada_van+gogh+_02.jpg

Trabalho feito por: Diana e Carla

vicent van gogh

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

| | | 0 comentários
Campo de trigo com corvos - 1890
Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.
Biografia
Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã. Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.
Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo. Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas
Noite Estrelada - 1889
Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis. Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada.
Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua idéia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão. Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.
Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas
No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.
Principais obras de Van Gogh :
- Os comedores de batatas (1885)- A italiana- A vinha encarnada- A casa amarela (1888)- Auto-retratos - Retrato do Dr. Gachet- Girassóis- Vista de Arles com Lírios- Noite Estrelada- O velho moinho (1888)- Oliveiras (1889)
Curiosidades da vida de Van Gogh:
- Durante sua vida, Vicent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte.
- No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante.

O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado

terça-feira, 31 de agosto de 2010

| | | 0 comentários
Nome do trabalho:O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado
Trabalho feito por: Wesley, Samuel e Mateus

Acho cada vez mais difícil fazer odes a qualquer coisa sem cair numa breguice chata. Odes, já ensinou o Mário de Andrade, são boas mesmo quando falam mal, quando criticam, enfim, quando não são odes. Essa deve ter sido a premissa da Cia. São Jorge de Variedades ao começar a pesquisa de seu último trabalho: O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado.
O primeiro é o guerreiro que monta o cavalo e luta com o dragão, Ogum para alguns, é personagem de um dos episódios do Mundo da Lua de Lucas Silva e Silva e está no nome e no sangue da Companhia. São Jorge está lá para apresentar o segundo, o fidalgo mais conhecido da literatura mundial, que enxerga o mundo sem o feitiço cotidiano: Dom Quixote. Ele veio parar na praça da República, pra mostrar tudo o que terá de enfrentar por sua honra de cavaleiro e seu amor por Dulcinéia.
Olha, eu já tinha pensado na Dulcinéia de tudo quanto era jeito: feia, bonita, alta, magra, desdentada, esquelética, homem, sapatona, prostituta, inconsciente coletivo, mas nunca, nem nos meus mais profundos delírios de ácido eu diria que Dulcinéia é São Paulo. Por isso existe o trabalho desse grupo: ressignificar Dulcinéia e São Paulo, como uma coisa só.
Este Dom Quixote passa toda sua trajetória procurando por uma Dulcinéia que vai se revelando cheia de moradores de rua, motoboys, camelôs, cheiradores de cola, madames com poodles e, óbvio, ele enfrentará os famosos moinhos de vento. Aqui, Dulcinéia é poluída, problemática, mas nem por isso faz perder a paixão que todo paulistano tem em organizar a vida no amor e ódio diário por essa cidade doida. Aqui está a Ode. Não há como falar de São Paulo com mais um seriado da Globo. Eu não vou assistir e quem for vai achar chato ou pelo menos repetitivo. São Paulo é revelada das entranhas quando um grupo resolve apresentar seu espetáculo na Praça da República, uma homenagem torta, um personagem torto, como nós, que procuramos uma beleza que cada vez fica mais difícil de encontrar.

Ficha técnica:
A direção é assinada por Rogério Tarifa.Dramaturgia de Marcelo Reis, Rogério Tarifa e Alexandre Krug. Georgette Fadel faz direção musical. O elenco tem os atores Alexandre Krug, André Ribolli, Fernanda Machado, Isabel Soares, Jonathan Silva, Jordana Dolores, Josy Mattos, Lílian de Lima, Luciana Cunha, Luciana Gabriel, Luís Mármora, Marcelo Reis, Nina Blauth, Paula Klein, Rodrigo Ramos, Rogério Tarifa, Vanessa Oliveira, Vanessa Paião e Walter Machado.

convocadores de estrela

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

| | | 1 comentários
TRABALHO: OS CONVOCADORES DE ESTRELA.

FEITO POR: DIANA,CARLA E DANIELY.



Eles podem ser de qualquer lugar, viver em qualquer época, são apenas duas crianças: Pedro e Lola, e a luz de uma estrela.Um medo ancestral, e a urgência de uma tarefa que só eles conseguirão cumprir.Talvez não haja mais tempo, talvez eles não consigam.Um mito, uma história fascinante, uma incrível descoberta guardada na memória da humanidade: “Nós viemos das estrelas”.


Pedro e Lola
“Convocadores de Estrelas” é um espetáculo de Teatro de títeres com uma variante da técnica de manipulação japonesa Kuruma ningyo (técnica em que o títere é manipulado por uma pessoa sobre pequeno banco com pequenas rodas.

A trilha sonora especialmente criada e executada pela exímia musicista Badi Assad conduz o público por diferentes climas e sensações.Tudo isso faz de ‘Convocadores de Estrelas’ um especial
acontecimento, um ritual onde o espectador não tem idade, e onde a viagem não tem destino.
O Espetáculo ‘Convocadores de Estrelas’ foi contemplado pelo Edital Circuito SESI-SP de Produções Teatrais Inéditas de 2007, e pelo PAC 13/2007 – Concurso de Apoio à Circulação de Espetáculos de Teatro, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e participou do VII Festival Internacional de Teatro de Santa Cruz de La Sierra na Bolívia em 2009 e teve Indicações para o Prêmio FEMSA 2008:- Trilha Sonora Original – Badi Assad. e Produção de espetáculo: SESI.


Duração: 60 minutos

PDF Imprimir E-mail
Image(Infanto Juvenil / 60 minutos / Livre)

O espetáculo conta a história dos irmãos Pedro e Lola. Eles notam que, misteriosamente, todas as estrelas do céu começam a desaparecer. Recebendo a ajuda de um velho sábio, os dois resolvem embarcar em uma grande aventura a fim de salvar a última estrela, Lamat, a estrela-guia. É a alternativa que resta para que a escuridão não vença. Juntos eles desvendam enigmas e superam provas.
Na peça, os irmãos Pedro e Lola notam que, misteriosamente, as estrelas do céu começam a desaparecer. Com a ajuda de um velho sábio, os dois embarcam em uma grande aventura para salvar a última estrela, Lamat, a estrela-guia. É a única alternativa para que a escuridão não vença. Juntos eles desvendam enigmas e superam provas.


FICHA TÉCNICA
Idéia, Pesquisa Antropológica e Conto Homónimo:Lily Curcio
Direção e Dramaturgia: Rafael Curci
Atriz–manipulador: Lily Curcio
Ator-manipulador: Abel Saavedra
Ator-manipulador convidad: Diego Baffi
Composição e Execução da Trilha Sonora original: Badi Assad
Vozes Coro: Badi Assad e Fagner Vallilo
Percussão: Décio 7 Cecci
Confecção de Títeres e Máscaras:Abel Saavedra e Lily Curcio
Colaborador na Concepção Plástica:Rogério Mourtada
Cenografia: Abel Saavedra
Adereços e Mecanismos Cenotécnicos:Diego Vega e Abel Saavedra
Figurinos:Silvana Nascimento
Concepção da Iluminação: Abel Saavedra
Confecção das constelações: Simone Aranha e Darko Magalhães
Operação de Luz e Som: Alice Possani
Produção Executiva: Deborah dos Santos Corrêa

Quem inventou a caneta?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

| | | 0 comentários
Os tataravôs das canetas foram os pincéis que os chineses usavam para escrever por volta do ano 1000 antes de Cristo. Mais tarde, na idade média, os modelos feitos com penas de aves faziam o maior sucesso. A caneta esferográfica como conhecemos só surgiu no século 20. O húngaro Ladislao Biro trabalhou durante seis anos para aperfeiçoar uma idéia: usar na ponta da caneta uma bolinha de metal, molhada pela tinta que desce de um tubo. Ele lençou o invento em 1938 e, depois, vendeu os direitos para um empresário que morava na França, Marcel Bich. Em 1950, Marcel lançou a caneta Bic, uma versão mais curta e facíl de lembrar do seu nome.